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Como reduzir fofocas, inveja e boatos no ambiente de trabalho?

Por: Silvio Broxado (2011)

Organizações familiares, S/As, micros, media, públicas etc, sempre conviverão com a fenomenologia desses conflitos, em maior ou menor grau.  Desde a nossa concepção, somos seres de puro conflito com nós mesmos. Imagine então, quando nos juntamos a  outros seres, com visões de mundo  diferentes, de passados cultural e educacional distintos, às vezes opostos aos nossos, para trabalhar, disputar a preferência dos chefes, disputar ascensões etc, e somado a tudo isso ainda vem:

1-) Tirania e decisões burras dos chefes; 2-) Indolência dos colegas e colaboradores;  3-) Falsidade de outros por vários motivos;  4-) Olho grande e inveja no que é dos outros; 5-) Falta de educação  e grosseria;  6-) Gente protegida e apadrinhada, gente que se escora nos outros, gente que fofoca nos corredores,... e por aí vai.

O que acontece por esse mundão organizacional aí fora, é que a maioria das pessoas que fazem ou agem com esses sentimentos negativos, não enxergam a si mesmo, ou fogem do conflito. Conflito é tão comum na vida dos seres humanos, mas quase ninguém sabe tratá-lo de frente, de peito aberto, com alegria, pois conflitos, antes de tudo, obrigam todos a refletir posturas, nos ajudam a pensar global e agir local, nos tiram do sacerdócio ou do pedestal para  remeter-nos ao crescimento, à evolução, e ainda faz uma espécie de "limpeza, a faxina mental – racional e afetiva" das relações humanas.  Ajuda-nos, também,  a conhecer o que os outros pensam. Isso não só acontece no trabalho, e sim muito fortemente também nas nossas casas.   

 Aí pergunto: se conflito é tão natural, por que não o tratamos de forma natural? Temos sempre de inventar uma "historinha" de forma consciente ou inconsciente para não encarar, e assim auto-sabotar-nos?

Para minimizar todos esses fenômenos do aqui e agora, os líderes e chefes devem   gerar  as   seguintes ações :

1 - Treinar e preparar mais e melhor as lideranças no que tange a relacionamento humano. A maioria das chefias é fraca em conversar, perguntar, pedir opiniões, planejar em conjunto e esclarecer, num papo além da conversa técnica do trabalho. Conversar, enfim, sobre crescimento profissional e pessoal dos seus colaboradores, falando de sonhos, dúvidas, angústias, e alegrias da vida desses seres que convivem em um dos trechos da história  das nossas vidas.

2 - Preparar todos na empresa para serem avaliados. As chefias devem aprender a valorizar, e avaliar corretamente, não só para distribuir participação de resultados, mas para também, ajudar na caminhada profissional das pessoas. Quando se avalia mal (tanto para cima ou para baixo) estamos interferindo erroneamente no presente e no futuro da vida daquele profissional;

3 - Treinar todos os funcionários, numa linha de cursos comportamentais, elaborados por instrutores de dentro e de fora da empresa, nos campos da motivação, postura ética, e competências interpessoais.

4- Criar mais canais de comunicação oficiais para reduzir "o tamanho do IBOPE da Rádio Peão", via blog interno dos colaboradores, grupos sociais intra-organizacional, uma newsletter eletrônica ou em papel, para favorecer  uma cultura de comunicabilidade mais intensa, efetiva e esclarecedora de tudo que se passa na organização,  reconhecendo pessoas, suas entregas, projetos realizados, metas alcançadas,  em todos os níveis hierárquicos da organização.

Homem do século XXI, tão "sabido" , já está lotado de motivos "naturais" negativos para suas escassas oito horas dentro das organizações.Esses problemas são muitas vezes:  escola cara dos filhos, cheque especial estourado, empréstimo a 12% mês nas financeiras; vida sexual e afetiva mais ou menos, problemas de relacionamento, saúde etc, etc e tal. Apesar disso tudo, o seu show deve continuar.

Portanto não desanime. Siga em frente, pois  nisso somos todos sócios.  Perseverança, esperança e sucesso!!!

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